Aprovado pelo Conselho Deliberativo do Iaspi, entra em vigor, a partir deste mês de outubro, um reajuste de 6,5% na contribuição dos usuários da rede Iaspi/Plamta, que contribuem individualmente por faixa etária. É o menor reajuste do mercado, levando em conta ainda que o plano não teve reajuste em 2018.

A média de reajuste dos convênios ultrapassou os 10% no último ano e a recomendação da Agência Nacional de Saúde (ANS) para este ano ficou em 7,35%.

O Governo do Estado do Piauí visando proteger os servidores e manter o serviço de qualidade, com a sensibilidade de não haver prejuízo na manutenção dos serviços prestados, conseguiu manter o menor índice de reajuste dos planos de saúde.

Para a diretoria-geral do Iaspi, Daniele Aita, apesar do reajuste necessário, a população deve ficar tranquila que  atendimento continuará com qualidade, sem haver prejuízo nem interrupção dos serviços prestados.

Para definir o reajuste, o conselho levou em conta as despesas do último ano, a previsão anual da ANS e a inflação da área de saúde, em torno dos 17%, maior que a inflação geral. “Temos que levar em conta o envelhecimento da população, a média de nosso servidor é de 55 anos, o que implica na necessidade de mais atendimento, e os procedimentos estão cada vez mais complexos e caros, mesmo assim, estamos trabalhando para manter o serviço de qualidade a um preço 20% a 30% abaixo dos planos de saúde”, explicou Daniele.

O Iaspi esclarece ainda que o reajuste incide apenas na contribuição mensal que é uma contribuição fixa por faixa etária no Plamta, o que representa cerca de 205 mil usuários ativos e inativos e seus dependentes. A equipe do Governo do Estado mantém o pagamento da rede credenciada em dia, pagando no momento o mês de junho, conforme acordo firmado com o Sindhospi, o que garante a manutenção dos serviços ao segurado com a mesma qualidade de outros planos.

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