Uma equipe técnica do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) esteve em Teresina para troca de conhecimentos sobre ações de governo e também para conhecer a experiência do Piauí com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). A equipe esteve reunida nos dias 2 e 3 com técnicos e pesquisadores da Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan), que conta com a Superintendência de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí.

No primeiro dia (2), os técnicos do Imesc estiveram reunidos com o coordenador do Pnud no Piauí, Maurilo Oliveira, e também com a superintendente de Planejamento Estratégico da Seplan, Rejane Tavares, quando foram apresentados os trabalhos desenvolvidos em parceria com o Pnud no estado.

Na tarde da terça (2) e na quarta (3), a equipe do Imesc esteve reunida com pesquisadores da Cepro. Durante as reuniões foram apresentados alguns dos trabalhos que vem sendo desenvolvidos pela nova superintendência da Seplan, como DataCepro, Conjuntura Econômica, PIB (Produto Interno Bruto) e Indicadores Sociais, com o objetivo de afinar metodologias de trabalho.  

A superintendente de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí, Liege Moura, diz que é sempre uma grata satisfação receber a equipe do Imesc no Piauí: “A gente já vem trabalhando com essas discussões: os estudos próximos entre o Piauí e o Maranhão, estreitar esses laços de experiências nas análises econômicas e sociais e fortalecer as duas equipes, já que eles também passaram por um processo de redefinição de equipe e a nossa também está sendo ampliada. A Intensão e que possamos manter cooperação técnica entre as equipes e que esses estudos possam ser mais próximos e que a linguagem dos estudos econômicos e sociais se fortaleçam pros dois estados”, diz Liege.

Talita Nascimento, chefe do Departamento de Estudos Sociais e Regionais do Imesc, destaca a importância dessas visitas para a troca de experiências: “Pra nós sempre é muito gratificante voltar ao Piauí, reunir com a Cepro, discutir trabalhos em comum e avançar nas agendas complementares, somos instituições de pesquisa do Nordeste, temos uma realidade econômica e social muito parecidas e quando nos encontramos, compartilhamos pautas de trabalho para complementar os nossos estudos e subsidiar políticas públicas para melhorar as realidades de nossos estados”, diz Talita.

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