Os alunos da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e do Instituto Federal do Piauí (IFPI) aderiram à paralisação de pelo menos 75 instituições pelo país. Os protestos ocorrem em resposta ao bloqueio de 30% dos orçamentos determinado pelo Ministério da Educação (MEC). 

Estudantes e representantes de movimentos sindicais se concentraram em frente ao prédio do INSS no Centro em protesto contra a reforma da previdência e percorreram as ruas do Centro, parando em frente aos Correios em ato contra a privatização e no Palácio do Karnak e estão seguindo em direção à avenida Frei Serafim. No início da manhã, os ônibus ficaram parados nas praças do Fripisa e da Bandeira.  

Com cartazes e instrumentos de percussão e bandeiras, os estudantes receberam o apoio de alunos do Ensino Médio.

Na tarde de ontem, os estudantes da UFPI já haviam protestado na frente do campus Petrônio Portela. 

Um dos alvos do protesto, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse nesta terça-feira, 14, que as universidades precisam deixar de ser tratadas como "torres de marfim" e não descartou novos contingenciamentos.

Atos em todos os Estados vêm sendo chamados pelas maiores entidades estudantis e sindicais do País, incluindo a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). 

Em Brasília, o prédio do MEC já amanheceu nesta terça-feira cercado por homens da Força Nacional de Segurança Pública. O secretário executivo da pasta, Antoni Paulo Vogel, afirmou que a proteção foi pedida pelo governo federal. "Temos de estar preparados para evitar qualquer tipo de problema. Simples assim."


Com informações do cidadeverde.com 

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