Representando o PT no 32º Seminário Nacional NTU, da associação nacional de empresas de transportes urbanos, o ex-secretário municipal de Transportes em gestões petistas, Jilmar Tatto foi vaiado pelo auditório, várias vezes.

Convidado para discutir transporte, ele se limitou a falar sobre o ex-presidente Lula, que cumpre pena de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, zombou dos representantes do MDB e PSDB e responsabilizando-os pela crise econômica.

Vaiado, o militante petista se utilizou do velho recurso de chamar a plateia de “golpista”.

Como secretário de Transportes nas gestões petistas de Marta Suplicy e Fernando Haddad, Tato foi acusado de manter relações com figuras e organizações que frequentam o noticiário policial.

Lula não é o primeiro presidiário com quem Jilmar Tatto manté relações pessoais e políticas. Um dos seus principais aliados na política de São Paulo, deputado estadual Luiz Moura (PT), foi condenado também a 12 de prisão e chegou a ser considerado fugitivo.

Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o “Pandora, presidente da Cooper Pam, uma das principais cooperativas de perueiros, foi preso acusado de ter financiado, com dinheiro de lotações, uma tentativa frustrada de resgate de preso de uma cadeia de Santo André. Segundo noticiou a revista Veja em junho de 2006, “Pandora” negou em depoimento pertencer à organização criminosa que controla presídios de São Paulo, mas que a gangue se “infiltrou” no setor perueiro, segundo ele, por ordem de Jilmar Tatto, ex-secretário de Transportes da prefeita Marta Suplicy. “Pandora” confessou também que sua cooperativa “incorporou” integrantes do grupo criminoso.


Via Diário do Poder.

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