Disco rachado e notícia  requentada." Marco Polo Del Nero não viaja". "Brasil enfraquecido nos bastidores do sorteio da copa". Quanta besteira, Manoel Bandeira! Só na cabeça doentia dos ressentidos. Timeco que não informa com seriedade. Torcem contra o Brasil. Distorcem  e manipulam notícias. Ausente ou presente, o presidente da CBF não vai alterar em rigorosamente nada o sorteio em Moscou. Argumento tolo de parasitas. Muito menos influenciar em privilégios para o Brasil. Marco Polo trabalha firme. As claras. Focado no sucesso da seleção na Copa. Alheio a "bastidores".  Nenhuma seleção vai a Moscou preocupada com "bastidores". Presidente competente  delega poderes e missões a subordinados. Ensina a gestão moderna e eficiente.  É a tônica do trabalho de Marco Polo Del Nero no comando da CBF.  Desapontados patrulheiros que cortem os pulsos, ateiem fogo às vestes, ou se joguem nos trilhos do metrô. 



Havelange e Teixeira
Longe de mim querer ser um novo Dom Quixote às avessas.Contudo, jamais, seguirei a linha agressiva, ressentida e insultuosa daqueles que preferem canalizar ódio e desprezo ao centenário cidadão João Havelange, que já partiu e, portanto, não pode se defender de ataques e acusações torpes,  e ao ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Ambos têm vasto currículo de bons serviços prestados ao futebol brasileiro e mundial. A meu ver, agora é cômodo e covarde que  os habituais parasitas que nunca ergueram um tijolo em benefício do futebol e da seleção brasileira, saiam da sarjeta fantasiados de paladinos da moral, da ética e dos bons costumes, atirando em Havelange e Teixeira. Não faz muito tempo,o saudoso Havelange e Teixeira eram exaltados  e elogiados por esta mesma tropa de vestais grávidas como figuras que trouxeram para o Brasil a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Fique claro que a própria Fifa, através do então presidente Joseph Blatter, esclareceu que a justiça da Suiça não considera crime o episódio pelos quais são acusados Teixeira e Havelange. Para Blatter, "não podemos medir o passado com os padrões atuais sob pena de fazer um julgamento moral. Então, não poderia ter tomado ciẽncia de um delito que não existia".


O presidente trabalha, não inventa doença
Michel Temer não inventa doenças. Não faz teatrinho nem vocifera.   Ao contrário de Garotinho para escapar das prisões. O Presidente da República não tem vida fácil.  O cargo é uma máquina de moer gente. Temer é operoso. Se esforça, Não é de ferro. Ninguém em sã consciência gosta de ficar doente.  Os problemas crescem. As soluções demoraram a trazer ressultados. A insatisfação aumenta. A oposição não dar trégua. Torce contra.  Aliados querem sempre mais um pouco. Quem não quer ajudar Temer a tirar o Brasil do cáos, que pelo menos não atrapalhe.  Pare de vomitar asneiras. 

 

Papo de sábios
Ancelmo,
Emocionante e jornalística tua nota. Conversa  entre sábios e santos. Pela idade provecta, decidiram que Simon é  a bola da vez para ser canonizado pela Vaticano. Oremos e torcemos. Cristovam, por sua vez, permanecerá na cruzada infindável e bolorenta de leros-leros,  lorotas  e cuspe a distância. Própria dos gênios, que estão na terra para salvar os incautos. No final da comovente e arrastada conversa  que vai para os anais da humanidade, Cristovam e Simon dormiram. 


Racista idiota e mau caráter
A brasileira naturalizada americana, uma  racista  safada que se diz  Day MacCarthy, que insiste em ofender crianças e artistas, é mal amada, recalcada e irresponsável. Não deveria merecer grandes espaços na imprensa para divulgar sandices, vulgaridades, calúnias e deboches.  Vigaristas como Daiane Lopes, nome verdadeiro da ratazana de esgoto, deveriam apodrecer na cadeia. Ou, então, até melhor, tomar veneno como fez o oficial crota, acusado de atrocidades na guerra.

 

Dallagnol é candidato a Papa
Para o  conselheiro da Petrobras, Jerônimo Antunes ,"já tiramos a moça (Petrobras) do cabaré. Ela casou e tem filhos. Trabalhamos para ela não cair em nova tentação". Foi a excelente resposta de Antunes ao imaculado e paladino de barro,  procurador Deltan  Dallagnol, para quem a estatal "é a moça mais honesta dos cabarés do Brasil". O santíssimo  Dallagnol, que conversa com Deus e ajudou Moisés na elaboração   dos 10 mandamentos,  deixou os brasileiros  com dúvida atroz: se Dallagnol tem saudades dos tempo em que frequentava  bordéis ou se sonha em  abrir um, em parceria com  colegas dele. Investir bem no futuro é isso.


Que pague pela atrocidade que cometeu
Adolescente que matou dois colegas e feriu outros 4, em Goiânia, foi condenado a 3 anos de reclusão. Condenação com sabor de branda punição.  A pena será cumprida em casa de custódia. As leis brasileiras são assim: frouxas e benevolentes. No Brasil, a revolta por crimes que destroem famílias e sonhos de seres humanos, logo é substituida por perdão. Em outros países, como nos Estados Unidos, o jovem assassino goiano seria condenado a morte ou prisão perpétua.Sem piedade. Nessa linha, a advogada do criminoso tem o descaramento e o cinismo de declarar que teme pela segurança do cliente facínora. Tarde demais. O precose assassino deveria ter pensado nisso antes de tornar-se pivô de uma tragédia que o Brasil não esquecerá. Que pague pela barbaridade que cometeu.

 

Devagar, euforia demais é ruim
Analistas eufóricos. A maoria deles nunca jogou nem pedra em mangueira. Foguetório nos céus do Brasil. Grupo da seleção brasileira só tem moleza. Galinha morta. Vamos deitar e rolar. Será mesmo? Quem conhece futebol sabe que adversários fracos costumam surpreender. Azedar o chope. Começa o jogo. O tempo passa. A bola não entra. O nervosismo, a pressa e a precipitação  começam a tomar conta dos jogadores. Aumentam as provocações em cima de Neymar. O adversário galinha morta e moleza, começa então a gostar do jogo. Se fecha mais ainda. Toca ou isola a bola. Será inesquecível empatar com o glorioso e forte Brasil. A preocupação de vencer é do Brasil, não é do adversário fraco.  Se Deus nos livre a seleção fracote e humilde abrir o placar, lascou-se. Oremos. Teremos de esperar ansiosos por alguma jogada individual primorosa de Neymar, Felipe Coutinho ou Gabriel Jesus. Portanto, nada de debochar e subestimar o adversário. Especulações  a parte,  volto  a tal chave fraca do Brasil.  É preciso jogar sério. Respeitar o adversário. Como se no outro lado estivesse a Argentina, a Alemanha, ou a França. Futebol é jogado, lambari é pescado. 


Lago trocou 70 por 60
A rádio do asfalto esburacado, cheio de graxa e óleo, informa: a velocidade máxima da pista principal do Lago Norte passou de 70 para 60 quilômetros. É a nova tarefa do Detran, enxugar gelo. Sem mais pardais e quebra-molas, será medida paliativa e inútil. Não intimidará irresponsáveis.  Alega-se que pedestres e ciclistas terão mais segurança. Lorota. Conversa para boi dormir. Existem motoristas imprudentes e malucos. Mas, também, muitos pedestres e ciclistas desespeitosos e folgados.


Competente senador
O ex-presidente e senador Fernando Collor fez conferência  na Academia do Reino de Marrocos, como convidado oficial da entidade, sobre o tema "A America Latina e o Horizonte da Globalização- percurso de navegantes ou náufragos?". Marrocos é considerado pelo Brasil parceiro prioritário. O senador Collor falou  para empresários, intelectuais, autoridades governamentais e líderes classistas. Collor foi recebido pelo chancler marroquino Nasser Burita.

 

Périco retruca desinformados
Tornou-se hábito, por dever, prazer e convicção,  do presidente do Centro da Indústria do Amazonas, Wilson Périco, retrucar posições e declarações equivocadas contra a zona franca de Manaus. Desta feita, Périco discordou de afirmações desinformadas e desencontradas  do professor da FGV, Roberto Castelo Branco, que foi a Manaus participar de seminário promovido pela Folha de São Paulo. Périco explicou, por exemplo, entre outros pontos, que os incentivos no Polo de Manaus não contam com nenhum incentivo municipal. Os empresários pagam IPTU, alvará e são responsáveis por 50% da arrecadação do ISS de Manaus. Périco discordou da afirmação de Castelo Branco, segundo a qual a zona franca de Manaus concorre deslealmente com as indústrias brasileiras e com os empregos no país, por conta dos incentivos fiscais ao modelo zona franca. "Mais como? Salientou Périco. Destacou que "o Brasil tem mais de 520 mil indústrias e o Amazonas apenas 3.100, sendo que apenas 430 delas instaladas no polo de Manaus com incentivos fiscais".

 

Limongi é jornalista. É sócio da ABI há 48 anos. É servidor aposentado do senado e trabalhou no O Globo, TV-Brasilia, Última Hora de Brasília, Confederação Nacional da Agricultura, Ministério da Justiça e Universidade de Brasília. Tem face e blog.

Originalmente publicado no Diário do Poder.


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